quarta-feira, junho 11


SAUDADE DE MEUS PAIS
(Cleidiner Ventura * 06/08/07 – 16:15)
Quando nos vemos órfãos,
é normal que o coração sufocado
gere lágrimas de saudade
banhando nossa face.
* * * *
Não é a tristeza da morte,
é a ausência doída,
é o saber-se sozinho
que comprime o coração.
* * * *
Se deles lembramos
com alegria ou tristeza,
nossa face se transforma
na marca doída da saudade.
* * * *
É saudade
que sentimos
é saudade que vivemos
é saudade que fere
fundo o coração da gente.
* * * *
Há porém o conforto da prece,
há a certeza da luz,
há também o reencontro
que a outra vida conduz.

* * * *
Dedico com muito amor aos meus pais
e a saudade é maior que meus dias...
Mãezinha te amo! (11/06/2006)
Paizinho te amo! (17/06/2007)
da sua filha Inês Miranda
(Bell)

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